Terapia Analítica
Um processo terapêutico contínuo, de médio e longo prazo, inspirado na Psicologia Analítica desenvolvida por Carl Gustav Jung. O centro da minha prática.
cadência: processo contínuo

O que é a Terapia Analítica?
A Terapia Analítica é um processo terapêutico contínuo, de médio e longo prazo, inspirado na Psicologia Analítica desenvolvida por Carl Gustav Jung. Trabalha com aquilo que a pessoa traz, a sua história, os seus sonhos, os padrões que se repetem, os conflitos interiores, com o objetivo de estabelecer uma relação mais consciente consigo própria, aquilo a que Jung chamou individuação. As sessões são regulares e o ritmo é o da psique, não o do calendário: não há promessas de resultados num número fixo de sessões.
Para quem é
Destina-se a pessoas que procuram aprofundar o conhecimento sobre si próprias. Não pretende oferecer soluções rápidas: pretende promover transformação profunda, ao ritmo que a psique pede.
Um espaço para explorar
- Padrões repetitivos e relações;
- Sonhos e símbolos;
- A sombra e as emoções;
- Conflitos interiores;
- Propósito e identidade;
- O processo de individuação.
Como funciona
As sessões são regulares e o processo é contínuo. Trabalhamos com aquilo que traz: a sua história, os seus sonhos, os seus padrões, as suas perguntas. O objetivo não é que alguém lhe diga quem é, mas que estabeleça uma relação mais consciente consigo próprio.
Esta abordagem é inspirada na Psicologia Analítica de Carl Gustav Jung.
Para aprofundar
- Arquétipos de Jung: o que são e como reconhecê-los
Para Carl Gustav Jung, um arquétipo é uma forma herdada de organizar a experiência — não um conteúdo fixo. É a predisposição da psique para estruturar situações segundo padrões antigos e universais, como a Mãe, a Sombra, o Herói ou o Self; o conteúdo concreto que preenche essa forma é sempre pessoal e cultural. Distinguem-se dos estereótipos por terem sempre duas faces, uma luminosa e outra destrutiva, e reconhecem-se menos pelo tema do que pela intensidade desproporcionada da reação que provocam.
- O que os sonhos pedem
Para Carl Gustav Jung, os sonhos são uma função natural da psique: o inconsciente a procurar equilíbrio, compensando aquilo que a vida desperta exagera ou ignora. Não são mensagens cifradas à espera de tradução por dicionário, porque o mesmo símbolo tem sentidos diferentes em pessoas diferentes. Interpretar um sonho é um trabalho artesanal, feito dentro da história de quem sonha — e a primeira pergunta útil não é o que o sonho significa, mas o que ele pede.
- A sombra não é inimiga
A sombra, na psicologia analítica de Carl Gustav Jung, é o conjunto daquilo que fomos empurrando para fora da consciência: traços que aprendemos a esconder, desejos que julgámos inaceitáveis, forças que nunca tiveram licença para existir. Não é sinónimo de mal — é o que ficou por viver. Manifesta-se nas reações desproporcionadas e naquilo que criticamos com demasiado entusiasmo nos outros. Integrá-la não é libertá-la sobre o mundo nem eliminá-la, mas estabelecer com ela uma relação consciente.
Um caminho que começa com uma conversa.

Marcelina d’ Andrade